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Conheça a nova diretoria eleita da AEPET

29 Novembro Lido 3392 vezes

A nova diretoria eleita da AEPET para o triênio 2018/2020 tomará posse em fevereiro.

O engenheiro químico Felipe Coutinho foi reconduzido para um segundo mandato como presidente. Ocupará a vice-presidência o engenheiro Eugênio Miguel Mancini Scheleder, que trabalhou na Petrobrás por 52 anos.

Na diretoria de Administração estará o engenheiro químico Christian Alejandro Queipo, na Petrobrás desde 2007. Para ele, a AEPET deve “promover o debate interno em torno da política de privatização encoberta da intervenção Temer-Parente evidenciando as falhas estratégicas do seu programa, e gerar discussão sobre as políticas de reconhecimento e benefícios praticados pelo RH da companhia, buscando um equilíbrio entre responsabilidade e recompensa, sem privilégios nem excelências. O vice-diretor de Administração é Francisco Isnard Barrocas.

O engenheiro Herbert Campos Gonçalves Teixeira será o novo diretor de Comunicação, tendo como vice Fernando Siqueira. Segundo Herbert, “a diretoria de Comunicação tem papel importante em mostrar que é de fundamental importância que cada petroleiro assuma seu papel cidadão e assuma também essa tarefa de participar da gestão da Petrobras, de acompanhar de perto, supervisionando e avaliando a tomada das decisões administrativas, e também subsidiando a sociedade civil na tarefa de exercer o controle social do gasto do dinheiro público na Petrobras. Deve-se destacar que o ápice da corrupção sistêmica é a privatização das riquezas públicas.

A transparência das informações fornecida pela AEPET deverá ser uma contrapartida aos meios de comunicação que subliminarmente impõem um senso comum na sociedade de que privatização é a solução contra a corrupção sistêmica. A AEPET deve constantemente fazer uma análise crítica dos acontecimentos e apresentar uma interpretação e alternativas a conclusão propalada pelos meios de comunicação”., conclui o novo diretor.


A diretoria Cultural será comandada pelo estatístico José Antônio Simões, que trabalhou na Petrobrás entre 1975 e 2008. Para ele, o papel da diretoria Cultural “é lutar pela preservação dos valores culturais da nação brasileira, promovendo Ciclo de Palestras, com a participação de intelectuais progressistas, Cineclube para fins de estudo e debate, exibindo obras que estimulem a construção de um mundo justo e fraterno.
Rádio, TV, Jornal e Internet, meios de comunicação importantes, também devem ser utilizados nas campanhas em defesa da Petrobrás.”. O vice-diretor será Henrique Sotoma.

O administrador Pedro Pinho, que trabalhou na Petrobrás por 25 anos, assume a diretoria de Pessoal, tendo como vice Felipe de Oliveira Brito. Pinho acredita que “a defesa da Petrobrás se insere em dois campos: no da soberania brasileira e na ação do Estado na economia. Não há oposições nem incongruências nestes campos. O Brasil, como quase todos os países, sofre o ataque do sistema financeiro internacional, que denomino, abreviadamente, banca. A banca é o estágio atual do capitalismo, onde já não há preocupação com a produção nem o consumo, pilares de toda economia. Neste estágio, o capital absorve todos os ganhos da economia, seja da produção, do comércio, dos serviços, e o concentra num processo cada vez de menor número de atores, no domínio das finanças. É um capital estéril. Para luta contra este capitalismo improdutivo, em meu entender, a grande força é o nacionalismo, a soberania nacional. A Petrobrás, como um bem sucedido exemplo desta soberania, precisa defender sua ação. Agindo assim, ela colabora na luta contra a banca e pelos brasileiros.”

A diretoria Jurídica será exercida por Ricardo Moura de Albuquerque Maranhão, engenheiro que iniciou suas atividades na Petrobrás em 1970. Para ele, o grande desafio da nova diretoria da AEPET será barrar o chamado "PLANO DE DESINVESTIMENTOS". Desnecessário, entreguista, desnacionalizante, dilapidador do PATRIMÔNIO PÚBLICO. Maranhão terá como vice-diretor o advogado Edson Teixeira de Queiroz.

O novo Conselho Fiscal da AEPET terá como titulares Carla Alves Marinho Ferreira, Gustavo Batista Marun e Ana Patrícia Cavalcanti de Castro Laier. Suplentes: Paulo Teixeira Brandão, Raul Tadeu Bergmann e Ronaldo Tedesco Vilardo.

Última modificação em Quinta, 30 Novembro 2017 14:36
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