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Christian sobre PLR: Trabalhadores cumpriram sua parte, não podem ser penalizados

01 Fevereiro Lido 6737 vezes

Declarações do TCU causam confusão

A Petrobras é uma das estatais que terá seu PLR (programas de Participação nos Lucros e Resultados) devassado pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Causa especial apreensão a investigação relativa ao ano de 2014, na qual o TCU mistura a bonificação de altos gestores para reforçar a tese de que os funcionários da Petrobrás têm regalias.

“Muita confusão têm causado as declarações do presidente TCU, Raimundo Carreiro, em relação à PLR recebida em 2014 pelos petroleiros, ano em que a empresa não distribuiu dividendo aos acionistas devido ao prejuízo líquido apresentado no seu balanço”, pondera Christian Queipo, candidato a representar os funcionários no Conselho de Administração da Companhia.

Para Christian, antes de mais nada é preciso esclarecer que este prejuízo foi devido ao impairment de R$ 44,6 bilhões em ativos selecionados da Companhia. “No mesmo período, houve um lucro bruto de R$ 80 bilhões (Clique aqui para conferir), pondera Christian, esclarecendo que o impairment é uma desvalorização contábil que depende de decisão da alta administração, não dos trabalhadores. “Estes, por sinal, atenderam aos critérios de produtividade acordados com a empresa”, frisa.

Christian avalia que existe o objetivo velado de desmoralizar a força de trabalho da Companhia, já castigada com cortes no salário pelo re-equacionamento da PETROS e a ameaça de perder a AMS. “É uma contradição amarrar uma meta financeira para pagamento de PLR sobre quem não tem participação efetiva nas decisões que perseguem tal meta”, resume.

Última modificação em Sexta, 02 Fevereiro 2018 19:10
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