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Falácias da Petrobrás de Parente cada vez mais claras

Publicado em 01/02/2017 Lido 1849 vezes

Bastaria que a Petrobrás "abrisse mais o leque e se tornasse mais transparente na escolha e no convite dos concorrentes" para contemplar melhor a presença das empresas brasileiras nas licitações.

 

Em contundente editorial, o site Petronotícias expõe as falácias da diretoria da Petrobrás para justificar a preferência por empresas estrangeiras nas obras do Comperj ou para desmontar a política de conteúdo local. 

Diz o texto:

"Quando a indústria – e a imprensa, como é o caso do Petronotícias – se coloca na posição de crítica da decisão da Petrobrás de excluir as companhias brasileiras e privilegiar as estrangeiras, há um equívoco de interpretação por parte do executivo. Não há ranço ideológico ou aversão a investimentos estrangeiros. Não há uma diretriz dicotômica de estatismo x liberalismo. Pelo contrário, toda a indústria é claramente a favor do maior volume de investimentos possível que possa impulsionar a economia do País. Seja estrangeiro ou nacional, o maior objetivo é desenvolver o mercado do Brasil, criar empregos e garantir um futuro mais digno exatamente para os mais de 12 milhões de desempregados espalhados pelas diversas regiões brasileiras"

O editorial diz ainda que a justificativa dada pela Petrobrás para que as empresas brasileiras fossem excluídas da concorrência no Comperj era a de que estavam bloqueadas do cadastro da estatal por questões relativas à Lava Jato, mas que bastaria que a Petrobrás "abrisse mais o leque e se tornasse mais transparente na escolha e no convite dos concorrentes" para contemplar melhor a presença das empresas brasileiras nas licitações.

"No momento atual, quase nenhuma poderia assumir sozinha uma obra orçada inicialmente em 2 bilhões de reais. Isso daria chance para empresas de médio porte participarem do empreendimento. Se a Petrobrás não aceita os acordos judiciais como prova dessa tentativa de correção interna delas, se não acredita em regeneração e não confia totalmente em seus novos critérios de governança e de combate à corrupção, então por que convidar 21 empresas estrangeiras – das 30 da lista – que se envolveram em casos de desvios e de ilegalidades nos últimos anos pelo mundo?".

Clique aqui para ler o texto na íntegra

 

 

 

Última modificação em Segunda, 13 Março 2017 22:45
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