Imprimir esta pg
0
0
0
s2sdefault

Coluna do Aposentado (14/21)

Publicado em 29/03/2021 Escrito por  Emídio Rebelo Lido 721 vezes

Emdio Rebelo Agncia de Notcias GeraisAposentados, pensionistas e pessoas idosas, percebem, que a unidade dos governantes

que atuam nos três poderes da República está difícil de ser alcançada. A mais recente caminhada de aproximação ainda não os convenceu de que essa é a única solução, principalmente, na questão do problema mais urgente a ser resolvido: a pandemia. A morte está atacando brasileiros e brasileiras de forma aterrorizante. É insuportável ouvir as notícias de que o Brasil ultrapassou o número de trezentos mil óbitos e poderá chegar rapidamente a quatrocentos, quinhentos mil. A sensibilidade ainda não tocou em alguém que pode e deve assumir tão importante e decisiva responsabilidade.

Reunião
A reunião dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, ocorrida recentemente, parecia indicar que a sociedade brasileira seria brindada, presenteada pela união e harmonia. Tudo indicava que um Comitê formado por esses poderes nos traria o conforto e a segurança na solução dos mais graves e presentes problemas que nos afligem. No entanto, logo nos pronunciamentos após a reunião, observou-se um desconforto que poderia influenciar nas decisões e ações a serem implementadas, parecendo-nos que voltaremos à estaca zero. Todavia, como dissemos na semana passada, a esperança é a nossa bandeira pelo entendimento, união e propósitos muito bem definidos dos três poderes.

Expectativa
Continuamos na expectativa de que chegaremos a encontrar o caminho da união, da harmonia e do entendimento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, favorecendo toda a sociedade brasileira. As recentes ocorrências têm demonstrado que está faltando algo que possa influenciar tal deliberação. Esse algo está em se colocar o interesse da sociedade, da população como prioridade, sobrepondo-se aos interesses políticos, partidários, de grupos, particulares e afins. O momento não permite articulações que não visem, exclusivamente, o bem comum, isto é, toda a população brasileira beneficiada por decisões firmes, equilibradas, prevalecendo a lealdade, a boa-fé.


Pandemia
Aposentados, pensionistas e pessoas idosas, entendem que a pandemia não pode continuar no nível devastador em que se encontra. Está passando dos limites. É triste e inconcebível que 6,3 mil pessoas infectadas com o coronavírus, o COVID-19, estejam aguardando vagas nas UTI’s dos Estados da Federação. A urgência nas decisões para que se evite descalabro maior é imperativa. O Ministro da Saúde há de agir, de imediato, com autonomia, mostrando que veio para resolver um grave problema de saúde pública e impedir que mais vidas de brasileiros e brasileiras sejam ceifadas. Vacinação e medidas de impacto são as exigências prioritárias. Basta de sofrimento e perda de vidas.

Seguridade
A Seguridade Social é um tema que não pode estar ausente nesta coluna, até que o Congresso Nacional (deputados federais e senadores) permita que recursos financeiros sejam transferidos ou subtraídos em favor de compromissos do Poder Executivo. O instrumento Desvinculação de Receitas da União, a famigerada DRU, criado em 1994, governo FHC, tem que ser eliminado. Considera-se um grande e indevido malfeito o procedimento dessas retiradas, sem que haja o compromisso e garantia da devolução dos elevados valores pertencentes ao Orçamento da Seguridade Social. Aposentados e pensionistas do RGPS, pugnam, apenas, pelo cumprimento da Constituição, artigos 194 a 203.

Educação
Está mais do que provado que a riqueza de um povo se traduz pela educação. E isto nos confirma a ciência. A falta de sabedoria é o maior flagelo a que se submete um país, uma nação. É, portanto, necessário que se desenvolva, não como privilégio, mas, como oportunidade de compromisso imperioso, a transformação de um estado de incapacidade para a competência. Não basta criarmos políticas públicas como expectativas, sem que possamos implementá-las, com ações definidas, seguras, garantidas e realizações que venham a produzir resultados concretos e capazes de solucionar as questões sociais, econômicas, políticas, culturais, ambientais, psicológicas e espirituais de uma sociedade.

Vida “A vida é sempre a nossa vida, aos 12 anos, aos 30 anos, aos 70. Dela podemos fazer alguma coisa mesmo quando nos dizem não. Dentro dos limites, do possível, do sensato (até alguma vez do insensato), podemos. Só seremos nada se acharmos que merecemos menos de tudo que ainda é possível obte (Lya Luft).

Emídio Rebelo Filho
Presidente da Diretoria Executiva – FAAPPA

Avalie este item
(0 votes)