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À margem do "boom"

Prestes a completar 70 anos, no próximo 3 de outubro, a Petrobrás vê-se novamente cercada dos inimigos de sempre, agora fortalecidos em suas fileiras por Organizações não Governamentais (ONGs)

Publicado em 28/09/2023
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Enquanto Guiana e Suriname recebem todos os holofotes devido ao boom petrolífero no offshore das duas ex-colônias, o Brasil e a Petrobrás seguem impedidos de realizar as pesquisas exploratórias que podem confirmar ou não a existência de petróleo na Margem Equatorial brasileira.

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Apesar das recentes declarações do presidente Lula e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a favor da pesquisa, a licença necessária segue adormecida nos escaninhos do Ibama.

No artigo “As pelejas do petróleo contra as finanças apátridas: o Brasil”, Pedro Pinho e Felipe Quintas esclarecem: “A Bacia da Foz do Amazonas, apesar do nome, vai do Estado do Amapá, fronteira com a Guiana Francesa, até a divisa dos estados do Pará com o Maranhão. É, portanto, muito mais extensa do que a foz do rio Amazonas, do que o espaço onde este caudaloso rio lança suas águas no Oceano Atlântico, onde as correntes marítimas conduzem para o Golfo do México e não retornando para as praias brasileiras.”

Os autores ainda esclarecem que “nos quase 60 anos da atuação da Petrobrás em exploração de petróleo nas águas oceânicas não foi registrada uma única ocorrência de vazamento, de derrame de material poluidor no mar. Os pouquíssimos eventos acontecidos foram resultado de ações de empresas estrangeiras que aqui operavam.”

Prestes a completar 70 anos, no próximo 3 de outubro, a Petrobrás vê-se novamente cercada dos inimigos de sempre, agora fortalecidos em suas fileiras por Organizações não Governamentais (ONGs), mantidas com recursos financeiros e outros, oriundos direta ou indiretamente do exterior.

Os críticos de novas explorações por petróleo, alguns deles ocupando diretorias na atual gestão da Petrobrás, parecem não ver o movimento das grandes petroleiras internacionais em busca do “óleo doce” e volumoso que está jorrando nas águas da Guiana e do Suriname.

Para esses, sugerimos a leitura atenta do artigo do vice-presidente da AEPET, Felipe Coutinho, “A verdadeira transição energética justa”.
Ou então, deixemos o Brasil e a Petrobrás sentados à margem do caminho.

ENERGIZANDO

*Por unanimidade, Conselho de Administração vota a favor da Política de Diversidade, Equidade e Inclusão na Petrobrás

**Petrobrás vai retomar as obras da Rnest com Márcio Maia como novo gerente geral da refinaria

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