ONGs internacionais voltam a atacar exploração da Margem Equatorial e pressionam IBAMA e ANP

Quem prospera tal alarmismo ou é mal informado ou está mal intencionado ou até pode estar a serviços inconfessáveis

Publicado em 09/01/2026
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Os ataques das organizações não governamentais internacionais, que fizeram de tudo para impedir a exploração das riquezas petrolíferas na Margem Equatorial, segue firme. Depois da informação oficial mostrando que havia sido interrompida a atividade de sondagem por ter sido identificado a “perda de fluido de perfuração” em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ODN-II, da Foresea, ao poço, as ONGs internacionais  voltaram à carga, independente se dominam o assunto ou não. A irresponsabilidade não parece ter limites. E olha que o Greenpeace, uma das ONGs que está se arvorando, está colhendo um fardo bem pesado na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, depois de ataque a um oleoduto. Foram processados, perderam e terão que pagar milhões de dólares em indenização. Estão correndo os mesmos riscos aqui no Brasil, se continuarem na mesma toada.

E olha que a própria Petrobrás explicou que a perda do fluido de perfuração foi imediatamente contida e isolada e  as linhas trazidas à superfície para avaliação e reparo.

O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não houve danos ao meio ambiente ou às pessoas. Mesmo assim, o negócio deles parece ser fazer marola. Quase que imediatamente foi divulgado um texto para as redações dos veículos de imprensa, “denunciando um vazamento” na Margem Equatorial. Para lembrar, a região é uma nova fronteira exploratória de petróleo. Ela tem um papel importante para garantir a segurança energética do Brasil e os recursos necessários para viabilizar a transição energética. A região fica localizada acima dos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. A estimativa é que o volume de petróleo seja de mais de 30 bilhões de barris (bbl), de acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Imagens falsas da Foz do Amazonas fornecidas pelo GreenPeace

Na nota assinada pelas ONGs internacionais, elas informaram que entraram com uma ação na Justiça Federal do Pará para paralisar imediatamente a perfuração de petróleo na região pela Petrobrás, após a ocorrência de um vazamento recente de fluido na área. A Ação é liderada pelo Greenpeace, Observatório do Clima, WWF, Araiara. Assinam, para fazer volume,  entidades ligadas a comunidades extrativistas, indígenas e quilombolas. Eles querem que Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), anulem a autorização e não conceda novas licenças para a área sem um levantamento profundo e completo da viabilidade ambiental, destacando a complexidade e a sensibilidade do ecossistema local.

Este absurdo e desqualificado pedido, depois de tantos relatórios que o Ibama insistiu em solicitar, trouxe uma série de indignações nas redes sociais de profissionais que trabalham neste segmento há muitos anos. Quase todos mostrando algumas irritação com a tentativa de se impedir o trabalho que está sendo desenvolvido pela Petrobrás. Um exemplo destas reações é a manifestação do ex-presidente da CEDAE, Wagner Victer, que ficou no cargo por 8 anosconselheiro do Clube de Engenharia, ganhador do Prêmio CREA de Meio Ambiente, que é o mais relevante da área na Engenharia. Em sua publicação ele lembra que “ Como Engenheiro chamo a atenção para uma comparação importante que farei para reflexão de quem tem escutado aleivosias técnicas de que um pequeno vazamento de fluido de perfuração em uma atividade de perfuração na margem equatorial do Amapá como sendo um “acidente ambiental”:

  1. O emissário submarino de Ipanema, que acaba de completar 50 anos, tem somente 4,3 quilômetros de distância das praias da Zona Sul e lança esgotos, não tratados, a cerca de somente 40 metros de profundidade e com uma vazão de 6 m3/s, ou seja, 6 mil litros por segundo;
  2. Quando, portanto, tentam manipular que um vazamento acontecido em uma operação de perfuração na Costa do Amapá, que está à 180 km da costa, e em uma profundidade superior mil metros de lâmina d’água, de um produto que é solúvel em água, biodegradável  e que será automaticamente disperso, considerar que isso poderia ser classificado como sendo um acidente ambiental agredindo o meio ambiente, além de até relacionar a Foz do Amazonas,  é desconhecer o básico e difundir uma fake news que chega a ser criminosa para quem conhece um pouco da engenharia;
  3. Dessa forma sugiro que os irresponsáveis alarmistas entendam, que com essa comparação, lembrando que esse fluido do vazamento é biodegradável, como é o esgoto,  foi em um volume equivalente ao que o Emissário Submarino de Ipanema lança em apenas dois segundos e que assim está operando há 50 anos nas frentes de nossas praias mais famosas, sem qualquer contaminação;
  4.  Dessa forma, quem prospera tal alarmismo ou é mal informado ou está mal intencionado ou até pode estar a serviços inconfessáveis que aliás os últimos acontecimentos na Geopolítica internacional tem ficado bem expostos.

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Fonte(s) / Referência(s):

Jornalismo AEPET
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