Existem gastos “desinflacionários”. Investimentos em infraestrutura e estoques reguladores, por exemplo, garantem menos inflação no futuro. País abandonou mecanismos e usa apenas juros para controlar preços. Combustíveis, entre outros produtos, seguem atrelados ao dólar.
Assista à íntegra da entrevista com David Deccache, doutor em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-doutor pela Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV):
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