Uruguai inicia pesquisas exploratórias em área contíngua à Bacia de Pelotas
Tanto Brasil como Uruguai vêm semelhanças geológicas com a costa da Namíbia, onde foi descoberta a grande província petrolífera de Orange
O Uruguai, com um histórico limitado de perfuração exploratória de três poços perfurados, todos secos, atraiu o interesse de muitas empresas internacionais como Shell, Chevron, Eni, APA, QatarEnergy e a argentina YPF, que adquiriram os direitos de perfuração em todos os sete blocos offshore que o Uruguai contratou nos últimos anos.
Receba os destaques do dia por e-mail
A área é contígua à Bacia de Pelotas, onde a Petrobrás já está avançada na pesquisa de poços exploratórios
O interesse nos blocos marítimos do Uruguai explodiu nos últimos anos, à medida que as ligações geológicas com a costa da Namíbia, devido ao fato de a África e a América do Sul terem sido outrora um continente gigante, alimentam a esperança dos exploradores de que o Uruguai possa se tornar uma nova província petrolífera como Orange, na Namíbia.
A Bacia de Pelotas é uma nova fronteira exploratória de petróleo e gás na Margem Continental Brasileira. Abrange cerca de 347 mil km² no mar, desde a Bacia de Santos (litoral de SC/SP) até Alto Polônio, no Uruguai.
Gostou do conteúdo?
Clique aqui para receber matérias e artigos da AEPET em primeira mão pelo Telegram.