Martins: "Austeridade é combustível para o fascismo"
Banco Central manteve, nesta quarta-feira, a taxa Selic em 15% ao ano
O Banco Central manteve, nesta quarta-feira, a taxa Selic em 15% ao ano, patamar mais alto em 19 anos, refletindo o compromisso do BC com uma política restritiva, conjugada às regras de austeridade fiscal que estrangulam o investimento público.
Carlos Eduardo Martins, professor do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional da UFRJ, alerta que as políticas de austeridade fiscal podem obter resultado eleitoral positivo no curto prazo, mas em médio e longos períodos constituem uma porta aberta para o fascismo.
No Programa Faixa Livre, Martins apontou para a decepção da população em relação aos governos progressistas e os riscos decorrentes dessa frustração.
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