Contratos de partilha garantem à União 306 mil barris de petróleo por dia
Representatividade da produção de petróleo da União em regime de partilha corresponde a 17% da produção total e deve chegar a 20%.
A parcela de petróleo da União foi de 330 mil barris por dia (bpd) em junho, o maior volume de produção atingido desde 2017, quando teve início a produção em regime de partilha. Esse resultado é 35% superior ao obtido em maio, que havia sido o maior registrado até então, e contempla a produção da União em nove contratos de partilha (CPPs) e em quatro acordos de individualização da produção (AIPs).
Considerando-se apenas os contratos em regime de partilha, a produção da União foi de 306 mil bpd, indicando, também, um crescimento de 35% em relação ao período anterior, devido ao aumento da parcela da União dos campos de Mero, de Atapu, de Norte de Carcará e de Sépia.
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Com o resultado do mês de junho, a representatividade da produção da União em regime de partilha aumentou, passando a corresponder a 17% da produção total (consórcios e União). Até maio era de 13,5%.
“Pelas nossas projeções, a tendência é de que a participação da União atinja cerca de 20% da produção total sob o regime de partilha até o fim deste ano”, afirma o diretor-presidente em exercício da PPSA (Pré-Sal Petróleo S/A), Samir Awad.
“Hoje, a partilha se consolida como um modelo bem-sucedido e eficiente para o país, capaz de assegurar uma produção de petróleo crescente e regular para a União e, ao mesmo tempo, gerar receitas expressivas com a comercialização dessas parcelas, trabalho realizado pela PPSA. E o regime de partilha tende a ganhar ainda mais relevância com a entrada de novos projetos, tanto os que já estão em curso quanto os que virão dos próximos ciclos da Oferta Permanente”, acrescentou Awad.
Os dados são do Boletim Mensal de Produção divulgado nesta quarta-feira pela estatal. O boletim também destaca o aumento de 26% da parcela total de petróleo da União nos AIPs em relação ao período anterior, chegando a 23 mil bpd. Mero foi responsável por 81% da produção.
Exportação de gás natural
A parcela de gás natural da União foi de 398 mil m³ por dia em junho, considerando cinco contratos de partilha de produção e os AIPs de Tupi e de Jubarte.
A exportação de gás natural em regime de partilha, contemplando consórcios e União, foi de 5,342 milhões de m³ por dia, 17% inferior ao período anterior, devido a uma intervenção no gasoduto Rota 3 – que leva o gás do pré-sal da Bacia de Santos até a unidade de processamento em Itaboraí. A intervenção impactou a exportação de gás natural de Búzios e de Sépia.
Já nos AIPs, a exportação de gás natural foi de 188 mil m³ por dia, 9% superior ao período anterior, devido ao retorno da exportação da P-66 em Tupi.
Com informações da Assessoria da PPSA
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